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Feliz 2015! Ufa… será?

Procuro ter uma opinião formada sobre quase tudo o que acontece no mundo. Agora, quando tento refletir sobre 2015, confesso que exijo dos meus neurônios um pouco mais de reflexão do que o convencional.

Foi fácil para qualquer setor produtivo? Acredito que raríssimos se deram bem.

Foi um ano de credibilidade do setor público? Péssimo, tanto internamente como no cenário internacional.

Poxa, Cesar Galindo, você quer dizer então que 2015 foi um péssimo ano?

Entra aí uma outra questão, o que quer dizer um péssimo ano?

Acredito que devamos ter mais cuidado quando reclamamos do que está acontecendo (longe de mim dizer que dá para passar por tudo isso sem perceber os absurdos administrativos do setor público).

Acontece que nós estamos nos acostumando a vincular felicidade, sucesso, progresso, somente às conquistas materiais.

Quando cumprimento um empresário, ou um vendedor, e pergunto como estão as coisas, geralmente a frase que ouço é:

– Nossa, as vendas caíram muito.

Certo, e “as coisas” referem-se somente à situação financeira? Saúde, relacionamentos, família, não contam?

Reclamações bloqueiam nossos sonhos, metas, e tiram de nós o maior combustível para a felicidade, que é a motivação.

Bom, como neste artigo o assunto principal é a economia, vamos falar um pouco mais a respeito.

O que dizer então sobre 2015?

Em primeiro lugar, entender que é uma etapa pela qual todos nós tivemos que passar, ponto.

Nessa minha caminhada, eu pude perceber nitidamente que, nas adversidades, podemos tirar muitas lições e utilizá-las a nosso favor, por mais dolorosas que sejam essas fases.

Muita gente, em 2015, foi obrigada a aprender que “dinheiro não aguenta desaforo”, que os clientes são o maior patrimônio de uma empresa, que equipes mais treinadas e preparadas irão sentir menos os efeitos da crise, e que nos tempos de fartura, devemos nos prevenir para as épocas das “vacas magras”.

Seria insano dizer que 2015 não foi um ano complicado. Agora, o que você está fazendo para diminuir os impactos da crise?

Portanto, se o que você está recebendo não está lhe agradando, reveja sua rota, tente criar novas estratégias, reclame menos e produza mais, enfim, faça algo de diferente para que seus resultados, em 2016, não sejam iguais ou até piores do que os de 2015.

Espero que você possa chegar ao final de 2016 dizendo:

– Como valeu a pena fazer “algo a mais”.

Um lindo e abençoado Natal!

cesar_galindo_rodape

Reval Blog

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Um comentário em “Feliz 2015! Ufa… será?

  1. Realmente, concordo com Cesar Galinto, temos que nos ajustar de acordo com cada situação, cada tempo da mesma maneira que conduzimos nossas vendas. Nas épocas de baixa temporada, sabemos que temos que fazer melhor para perder menos, usar de novas estratégias para convencer o cliente a mudar o foco das mesmice e se atualizar aos tempos moderno criando novas alternativas para o consumidor. Agregar valores, porque ninguém consegue se manter só vendendo promoções ou só os produtos mais barato.
    No mundo das vitorias, todos nós sempre queremos vencer.
    A natureza nos impulsiona para a vitória sempre, mas, para que isso possa acontecer, o exercício contínuo é inevitável para que aja o crescimento.
    Porem, no entendimento humano da palavra vencer, e, quem julgamos é que está a questão fundamental.
    De que adianta vencer profissionalmente, ter sucesso e fama, se nos falta “AMOR A MIM MESMO”?
    De que adianta ser considerado vencedor, na vida profissional, no esporte, na carreira artista, nos estudos etc… Se como cônjuge, filho, irmão sou um verdadeiro derrotado?
    Vale apena vencer a qualquer custo? Esse não seria um comportamento deveras imediatista, sem considerar a vida como um todo, incluindo sua continuidade além do tumulo?
    Será que os vencedores são apenas aqueles que conseguem, neste país de tantas dificuldades, concluir ensino superior?
    Será esse o nosso único critério de vitorias? A formação intelectual, as conquistas profissionais e as riquezas acumuladas?
    Criar um vencedor no lar, na pessoa de um filho, não é apenas lhe dar as oportunidades de formação intelectual.
    Criar um vencedor é criar um homem ou uma mulher de bem, que saiba valorizar o amor e os relacionamentos saudáveis acima de tudo. Criar um vencedor é ensiná-lo a perder, lidar com as derrotas da vida, procurando extrair delas sempre lição preciosa de engrandecimento moral.
    Aparentes derrotas são preparações fundamentais para que as grandes vitórias sejam possíveis.
    Na vida de quem não falta amor, há sempre muitas e inesquecíveis vitórias.
    VENCEDOR É AQUELE QUE PODE DIZER CONCIENTEMENTE: Venci… O mundo e a mim mesmo… A minha falta de visão sobre as coisas.
    Venci a vontade de querer mais… Troquei pela vontade de se “SER” mais.
    Venci a inércia, a vontade de não ter vontade, e me arremessei ao mundo, de braços abertos, sem esperar nada das pessoas e nem de mim.
    Não sou vencedor aos olhos do mundo. Minha vitória é secreta, quieta, segura. É minha..
    Amo mais a cada dia, e a vida a cada dia me ama mais.
    Vivo um amor plenamente correspondido com a vida.
    Venci, sim, a mim mesmo. Minha consciência me aplaude, mas ao mesmo tempo me diz: Muitas vitórias ainda te aguardam.

    Geraldo 01 – Jáu

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