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Qual o tamanho da “sua crise”?

Seria utópico dizer que a economia brasileira não vive uma situação delicada, que há um cenário positivo em relação às perspectivas de melhora. Não devemos nos iludir.

Provavelmente, você tenha ouvido pessoas de praticamente todos os segmentos, dizendo que o seu setor está em declínio, que não dá mais, que é melhor mudar de ramo… blá blá blá.

Talvez, até você tenha entrado nessa onda, o que acredito ser natural, diante de tanto negativismo.

Agora, será que isso contribui de forma positiva à sua vida, ao seu negócio?

Você já parou para se perguntar se é melhor “focar no problema”, ou “buscar soluções”?

Gostaria, com muito respeito, fazer-lhe algumas perguntas:

 

– O que está sendo feito de diferente para que os seus resultados melhorem?

– Quando foi a última vez que você reuniu sua equipe, por exemplo, para saber o porquê de alguns clientes deixarem de comprar na sua empresa?

– Quando foi a última vez que você visitou ou telefonou a um cliente para saber como ele está sendo atendido?

– Quando foi a última vez que você procurou buscar produtos alternativos para agregar às suas vendas?

 

Tenho visto vendedores se queixarem com clientes em relação às vendas. Será que eles não irão interpretar que pode estar havendo algo de errado com você ou seus produtos, e procurar a concorrência?

Você, que é líder, cuidado para não falar sobre “crise” o tempo todo com seus colaboradores. Pode ocorrer que, quando você lhes cobrar resultados melhores, eles lhe digam:

– Mas, como melhorar? O senhor não vive dizendo que estamos atravessando uma crise terrível?

Portanto, quando você for se queixar da “crise”, cuidado como você a está dimensionando. Cuidado para não torná-la ainda maior.

Acreditar em tudo o que ouvimos e aceitarmos passivamente as coisas, é mais cômodo. Essa é a maneira mais eficaz de permanecermos na crise.

cesar_galindo_rodape

Reval Blog

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