O Brasil (e o mundo) enfrenta a pandemia do novo coronavírus, que já contaminou milhares de pessoas e transformou toda a rotina. No meio desse caos, outra crise assusta e enche a cabeça da população de dúvidas: a financeira, motivada pela instabilidade e medo desde que os comércios não-essenciais precisaram fechar as portas.

Após 50 dias de quarentena no Estado de São Paulo, e com a paralisação prorrogada até 31 de maio, apenas 3 das 52 cidades monitoradas pelo Sistema de Monitoramento Inteligente do Governo do Estado atingiram o índice de 70% de isolamento, considerado ideal para controlar a propagação da doença.

Inicialmente, somente comércios considerados essenciais poderiam ficar abertos, o que incluía supermercados, padarias, farmácias, postos de combustíveis, lojas de material de construção, entre outros. Bares e restaurantes deveriam adotar serviços de entrega e consumo sem sair do carro (drive thru).

O decreto presidencial emitido no dia 11 de maio flexibilizou os serviços essenciais e incluiu salões de beleza, barbearias e academias esportivas. A decisão de abrir os estabelecimentos, porém, cabe aos governadores de cada estado, e os governos estaduais e municipais têm poder de determinar as regras de quarentena e isolamento, de acordo com recente decisão do STF.

Quero reabrir: precauções na reabertura

foto: criada por freepik

O primeiro passo para toda e qualquer empresa que deseja reabrir as portas é oferecer álcool em gel em pontos estratégicos do estabelecimento. No banheiro, mantenha o refil de sabonete líquido abastecido e disponibilize toalhas de papel descartáveis para enxugar as mãos; toalhas de pano e sabonetes em barra não são recomendados.

Mantenha todas as janelas abertas para que o ambiente esteja sempre arejado e evite o ar-condicionado, dando preferência à ventilação natural. Para a água e o cafezinho do cliente, apenas copos descartáveis, e os funcionários não devem compartilhar copos, talheres e pratos entre si.

O atendimento deve ser limitado para evitar aglomeração dentro da loja. Você pode atender apenas com hora marcada ou pedir para que os clientes esperem do lado de fora enquanto outro consumidor está dentro da loja. O uso de máscara é imprescindível, tanto para clientes quanto para colaboradores, e o acesso sem o acessório deve ser barrado.

Por fim, recomende aos funcionários o cuidado redobrado com a higiene e a exigência de que todo cliente que entrar na loja limpe as mãos com álcool em gel. Se algum colaborador apresentar sintomas de gripe ou resfriado, o melhor é que ele fique em casa por pelo menos 15 dias.

Devo reabrir minha loja?

foto: criada por freepik

Se seu negócio faz parte dos serviços autorizados a retomar as atividades, é importante pesar bem a decisão. O isolamento ainda é a melhor forma de evitar a disseminação da doença, e abrir as portas expõe funcionários e clientes ao risco; ao mesmo tempo, manter as portas fechadas pode impactar nas finanças, principalmente para os segmentos que não têm a opção de delivery ou venda online.

Vale frisar que as marcas que prezam pela responsabilidade social são cada vez mais respeitadas entre os consumidores, que dão preferência para empresas com valores sólidos e verdadeiros.

Embora o momento seja de tensão, aproveite para pensar fora da caixa e fazer melhorias em sua loja, apostar no e-commerce ou na compra por aplicativos, investir no atendimento via WhatsApp, qualificar sua equipe e buscar soluções inovadoras. O normal terá que ser reinventado, então busque ser pioneiro na sua área!


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Gabriel Pascoli

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2 comentários

Alan Floriano · 5 de junho de 2020 às 14:13

Mesmo com o distanciamento não podemos nos desconectar do nosso cliente, pois é neste momento que nossa conectividade terá de ser maior. Como muitos consumidores hoje estão evitando sair de casa para comprar o produto, temos que trabalhar a informação através de Facebook, Instagram, Skype, Linkdln, Teams, zoom, e-mails e outras ferramentas que já eram utilizadas, mas agora com muito mais frequência, com isso aumentamos o relacionamento e a comunicação até chegarmos a venda final dos produtos. Precisamos aprender novas formas de conviver e trabalhar se atualizando e reinventando sempre!!!

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