Empreendedores de sucesso costumam dizer que a veia dos bons negócios sempre pulsou em seus braços, desde criança muitas vezes. Facilidade em se comunicar e enxergar boas oportunidades são algumas das características em comum dessas pessoas, além do faro apurado para as tendências de mercado.

A história da Letícia Penna, empresária e fundadora da Sapatilha na Sacola, mostra que isso não basta. É preciso ter uma boa rede de contatos, investir com assertividade e identificar o público-alvo e suas necessidades.

Ela, que começou sua caminhada no empreendedorismo aos 12 anos, mostra que errar faz parte, mas se reerguer é necessário para quem busca ter seu próprio negócio.

Letícia Penna e a Sapatilha na Sacola

Letícia Penna. Foto: Sapatilha na Sacola

A Sapatilha na Sacola é uma rede de franquias cujo principal diferencial, além dos modelos próprios, é o atendimento domiciliar personalizado feito por consultoras. Os sapatos seguem as tendências da moda com um toque de conceito criado pela dona da marca, buscando oferecer conforto, charme e exclusividade.

As sapatilhas são o carro-chefe, desde as clássicas até as mais românticas e modernas, mas a marca também oferece scarpins, slippers, mocassins, tênis, slip-ons, oxfords e rasteirinhas.

Para entender a história da Sapatilha na Sacola é preciso voltar alguns anos e conhecer a infância de Letícia, que ingressou no empreendedorismo aos 12 anos, quando se interessou por um estojo de maquiagem e pediu autorização da mãe para vender batons e poder comprar o produto com seu próprio dinheiro.

“Como todo vendedor que se preze, acionei minha rede de contatos e amizades, e em uma semana ultrapassei meu objetivo inicial”, conta ela no site da Sapatilha na Sacola. “Não era apenas um estojo, era uma oportunidade de ter algum dinheirinho, e mais que isso, de ter um objetivo. Depois disso, não parei mais”.

Na escola, ela também vendeu sabão com uma técnica bastante peculiar: chutava as paredes para chamar a atenção das professoras. Quando reclamavam, a aluna mostrava a eficiência do seu produto, e assim fechava mais vendas. 

Nessa época ela também deu início, sem saber, ao marketing multinível, pois contava com mais 10 colegas que participavam das vendas do sabão e tinham parte dos lucros. Depois disso, chegou a vender roupas, bombons, chapas para grelhar alimentos, panelas e serviços. Entre em altos e baixos, chegou às sapatilhas.

“Houve um momento, no auge da carreira comercial, em que as dificuldades indicaram um caminho a ser percorrido”, conta. “Eu precisaria ‘descer do salto’, então preferi calçar lindas sapatilhas que, além da beleza, traziam o conforto que precisava para encarar aquele momento de luta e perseverança”.

Como se destacar?

Foto: Sapatilha na Sacola

Primeiro foi preciso identificar de que forma sua marca poderia se diferenciar das concorrentes. A resposta foi clara: atendimento e exclusividade!

“Pensando na mudança de rotina da mulher moderna criamos esse modelo de atendimento totalmente personalizado e profissional. Nele, nós vamos até a cliente para apresentarmos a coleção”, diz. “Podemos ir até a casa ou escritório para atendê-la, permitindo que a cliente agende previamente, deixando de ser uma dificuldade para quem tem a agenda cheia de compromissos”.

A consultora de estilo da marca leva sua loja móvel para que a cliente escolha o que mais lhe agrada, e assim vai conhecendo o gosto do público-alvo e criando um forte elo entre marca e consumidora.

O atendimento conta até com tapete vermelho, tudo para que a cliente se sinta especial.

A Sapatilha na Sacola já conta com mais de 85 franqueados em todo o país. Uma história de sucesso, que começou com um investimento de apenas R$ 300.

Quais lições tirar dessa sacola? Pergunte-se…

Meu negócio se adaptou às necessidades do consumidor?

O atendimento domiciliar não é novidade, mas a sacada da marca foi apostar nesse segmento para atender mulheres que não têm tempo de ir à loja física, mas que buscam uma experiência mais completa do que o simples comprar online.

Entender o que o consumidor busca é o primeiro passo para oferecer novidades e se destacar frente aos concorrentes.

Como anda minha rede de contatos e clientes?

Letícia conta que seus familiares, amigas e professoras eram seu público-alvo, sempre acionadas quando havia novidades. Aos poucos, ela foi expandindo seu alcance com o apoio de vendedores e por meio das boas recomendações.

Em tempos de internet, você não pode se contentar com a recomendação boca a boca e a satisfação de alguns poucos clientes. Participar de feiras e eventos, identificar influenciadores do seu segmento e fechar parcerias e oferecer experimentação dos seus produtos são boas maneiras de expandir a clientela.

Minha equipe sabe oferecer atendimento personalizado?

O atendimento personalizado é um dos principais pontos para tornar a experiência de compra mais bacana. Se sua equipe ainda está presa no “posso ajudar?” e “se precisar de algo estou aqui” está na hora de repensar esse modelo e oferecer qualificação para que sua marca se destaque não só pela qualidade, mas também pela vivência.

E então, vamos ao sucesso?


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Gabriel Pascoli

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